Namorada do Irmão - Parte 02

 


Passaram-se alguns dias e a tensão continuava pesada na casa. Já era tarde da noite, e a luz da televisão iluminava a sala escura com reflexos azulados.

O Carlos estava estirado na ponta do sofá, vidrado em algum vídeo no celular. A Vanessa estava sentada no meio, abraçada ao braço dele, com o corpo virado de costas para mim. O pijama curto deixava as pernas à mostra, e o jeito que ela se apoiava no meu irmão deixava a curva do corpo dela totalmente evidente.

Eu estava sentado na outra ponta do sofá, um pouco afastado, olhando fixamente para a tela da TV sem falar nada. O silêncio na sala era total, mas na minha cabeça o barulho era ensurdecedor, com cada respiração dela ecoando bem no meio daquele clima sufocante.

Pouco tempo depois, o Carlos largou o celular no braço do sofá, deu um suspiro e começou a prestar atenção na televisão também. A sala ficou só no brilho da tela.

Eu estava na outra ponta, mas meus olhos desviaram sozinhos para o meio do sofá. A Vanessa continuava ali, abraçada nele, e com o jeito que ela estava encolhida, a bermuda curta do pijama desenhava perfeitamente o formato da bunda dela.

Fiquei olhando de canto de olho, com aquela visão batendo direto na minha cabeça. Foi automático: o sangue desceu, o coração acelerou e o pau ficou duro na hora dentro da bermuda. Eu tentei desviar o olhar para a TV, mas era mais forte que eu; cada mexida que ela dava fazia o tecido esticar ainda mais, me deixando preso naquela cena, bem debaixo do nariz do meu irmão.

Discreto, enfiei a mão por dentro da bermuda e comecei a acariciar o pau, aproveitando a luz da TV para disfarçar o movimento enquanto o sangue fervia.

De repente, o Carlos soltou um muxoxo, a cabeça tombou de vez no braço do sofá e ele apagou pesado, roncando fraco. Capotou de sono.

Vendo o meu irmão apagado ali do lado, o perigo sumiu e deu lugar a uma onda de tesão absurda. Acelerei os movimentos com a mão, o coração batendo na boca.

Foi aí que a Vanessa virou o pescoço e me pegou no flagra encarando tudo. Eu gelei por meio segundo, pronto para tirar a mão. Mas ela não deu o menor pingo de escândalo. Pelo contrário: abriu um sorriso malicioso, mordeu o lábio de leve e empurrou o quadril com força para trás, encaixando o corpo de um jeito que a bunda empinada quase roçava na minha direção.

O ar sumiu dos meus pulmões. Ela não só sabia o que eu tava fazendo, como tava gostando de ser a minha perdição. Tomado por uma loucura cega, puxei o elástico da bermuda para baixo, botei o pau duro para fora e continuei a punheta ali, a centímetros dela, com a certeza absoluta de que ela tava vendo de canto de olho.

Não aguentei a pressão daquela cena e o tesão transbordando. Peguei a camiseta que tava no meu colo, joguei por cima para disfarçar o flagra de última hora e gozei ali mesmo, tremendo inteiro com a mão na bermuda, enquanto a Vanessa continuava fingindo que nada tava acontecendo.

Assim que recuperei o fôlego, levantei meio zonzo, com a perna mole, e passei direto para o banheiro para me limpar e trocar a camiseta suja.

Quando saí do banheiro, a sala já tava vazia. Dei de cara com os dois saindo do corredor, indo em direção ao quarto para dormir. O Carlos ainda vinha meio cambaleando de sono, e a Vanessa passou por mim logo atrás. Ela me olhou de relance na penumbra do corredor, com aquele mesmo sorriso de canto de boca que dizia que ela sabia exatamente o estrago que tinha feito.

Apenas desviei o olhar, murmurei um boa-noite seco e fui direto para o meu quarto também, com a cabeça a mil por hora.

A manhã seguinte amanheceu com o céu fechado, despencando uma chuva fina e constante que embaçava os vidros da janela e deixava a casa inteira com um cheiro de terra molhada e mofo leve. O som das gotas batendo no telhado de zinco criava um ritmo monótono, abafando qualquer barulho da rua.

O Carlos tinha saído cedo, bem antes de o tempo virar de vez. Vestiu a capa de chuva amarela, resmungou que o trânsito estaria um inferno e bateu a porta da frente, deixando o rastro do café forte na cozinha. Vanessa também precisou sair logo depois. Tinha resolvido umas coisas da faculdade ou do estágio, vestindo um sobretudo escuro e botas de borracha, mas antes de ir, lançou um olhar rápido para mim na cozinha — um olhar carregado de lembranças da noite anterior que me deixou o dia inteiro com a cabeça zonza.

Por volta das duas da tarde, a chuva apertou. O mundo lá fora virou uma mancha cinzenta, e eu estava sozinho na sala, sentado no mesmo sofá onde tudo tinha acontecido na véspera. A televisão estava desligada. O silêncio dentro de casa só era quebrado pelo barulho da água escorrendo pela calha.

Eu tentei ler um livro, ver algo no celular, mas a minha mente não saía daquela cena: o calor do corpo dela, o sorriso no escuro, o jeito como ela tinha me provocado sabendo exatamente o risco que a gente corria. A casa parecia menor, as paredes mais próximas, como se o ar estivesse rarefeito. Cada cômodo guardava o eco dos passos dela.

Fui até a cozinha fazer um café para ver se o sono passava. Enquanto a água esquentava no fogo, olhei para o lugar onde ela costumava ficar de manhã, encoxada no balcão, de cabelo preso. A sensação de proibido era tão forte que parecia que a pele ainda pinicava.

O dia chuvoso parecia que não ia acabar nunca, arrastando as horas de um jeito sufocante, enquanto eu ficava ali preso naquela armadilha mental, sabendo que, mais cedo ou mais tarde, a noite ia cair de novo e nos três estaríamos sob o mesmo teto outra vez.

No meio da tarde, o tempo virou de novo. A chuva parou de repente, as nuvens pesadas se abriram e o sol de verão despencou com força, transformando o asfalto molhado em uma bacia de vapor. O mormaço entrou na casa como um forno ligado, deixando o ar abafado, pegajoso e quase irrespirável.

A Vanessa foi a primeira a chegar. Abriu a porta da frente já abanando a blusa, suada, com o cabelo grudado no pescoço. Ela passou direto para o corredor e empurrou a porta do quarto, aparecendo lá na soleira. — Nossa, que calor infernal tá aqui dentro... — ela reclamou, passando a mão pela testa e olhando para a janela fechada. — Vou abrir isso aqui pra circular um ar. Quer saber? Vou deixar uma fresta aberta pra refrescar a noite toda.

Na hora, eu só concordei com a cabeça, preocupado em disfarçar o nervosismo de vê-la ali. Nem me liguei no que ela estava insinuando por trás daquelas palavras.

O Carlos chegou no fim da tarde, reclamando do bafo quente que tomava conta da rua inteira. Jantamos em silêncio, o suor escorrendo pela nuca de todos nós, num clima arrastado. Logo depois de comer, o meu irmão bocejou, espreguiçou os braços e olhou para a namorada: — Vamos deitar mais cedo hoje? O dia acabou comigo.

A Vanessa concordou com um sorriso curto, e os dois sumiram pelo corredor em direção ao quarto deles.

Foi nesse segundo que o estalo deu na minha cabeça.

O quarto deles ficava nos fundos, bem na lateral da casa. A ficha caiu como um soco no estômago: a Vanessa não tinha aberto a janela do meu quarto à tarde por acaso. Ela tinha deixado de propósito, sabendo exatamente o que ia acontecer.

Meu coração disparou descompassado, a garganta secou e o sangue começou a zumbir nos meus ouvidos. Assim que ouvi o barulho abafado da porta do quarto deles se fechando na ponta dos pés, pisando leve no piso frio, corri direto para a janela.

Aproximei-me da parede do corredor externo com o corpo colado no reboco, pisando em absoluto silêncio para não fazer o menor ruído. A janela do quarto deles estava encostada, com apenas uma fresta estreita aberta, bem do jeito que ela tinha prometido mais cedo. Encostei o rosto ali, prendendo a respiração, e meus olhos se ajustaram à penumbra do quarto iluminado apenas pela luz amarelada de um abajur de cabeceira.

O Carlos já estava de pé ao lado da cama, desabotoando a camisa com pressa, a barriga volumosa à mostra e o suor brilhando na pele. Vanessa estava bem na frente dele, mas a posição em que ela ficou fez meu sangue congelar e depois ferver de uma vez só: ela estava de costas para a janela.

À primeira vista, parecia apenas que ela estava se despindo na frente do namorado, mas bastou um segundo para eu notar a estratégia. Ela virou o corpo de um jeito que bloqueava parcialmente a visão do Carlos, mas deixava o ângulo perfeito para a fresta onde eu estava colado. Era um disfarce perfeito: para ele, ela parecia estar apenas se despindo para ele; para mim, era um show particular.

Com movimentos lentos e deliberados, ela puxou a blusa pela cabeça e a jogou no chão. Em seguida, desabotoou o short jeans e o deixou cair aos pés.

O fôlego sumiu da minha garganta na mesma hora.

Ela vestia apenas uma calcinha fio-dental vermelha, extremamente cavada, que sumia por completo na curva exuberante daquela bunda redonda e fartíssima. O contraste da renda vermelha contra a pele escura dela debaixo daquela luz fraca era uma visão devastadora. A curva dos quadris parecia desenhada à mão, e o tecido mínimo da calcinha mal continha o volume daquele rabo.


O Carlos deu um passo à frente, segurando a cintura dela com as mãos grossas, sem a menor ideia de que, a poucos centímetros dali, através daquela fresta de vidro, eu estava devorando cada centímetro da sua namorada com os olhos, com o coração disparado a mil por hora e o pau já duro e latejando dentro da bermuda com a mão por cima.

Minhas mãos tremiam tanto que mal consegui puxar o elástico da bermuda para baixo, com os olhos vidrados na fresta da janela deixei meu pau para fora e começei a punheta. A adrenalina batia forte, misturando o cagaço de ser pego pelo meu irmão com um tesão que parecia que ia me explodir por dentro.

Lá dentro, o clima esquentou de vez. A Vanessa empurrou o Carlos de leve para a beirada da cama, fazendo ele sentar ali, todo bobo e com cara de quem tava derretendo de tesão. E o melhor: ela fez questão de se posicionar de costas para a janela, empurrando aquela bunda enorme bem na minha direção. O fio-dental vermelho parecia que ia sumir no meio daquele rabão, e ela ainda deu uma reboladinha sutil, só para ter certeza de que eu tava vendo cada centímetro.

O meu coração parecia que ia saltar pela boca. Ela estava ali, fazendo um boquete para meu meu irmão, mas o show particular era inteirinho para mim. Os gemidos baixinhos começaram a ecoar pelo quarto, abafados mas claros o suficiente para me deixar completamente maluco.

Eu com a mão voando, a respiração curta e o cenário mais proibido do mundo bem na minha frente. Qualquer vacilo, qualquer barulho mais alto, e o Carlos virava a cabeça e me pegava no flagra. Mas o perigo só deixava a parada muito mais louca e eletrizante.

Logo em seguida, a Vanessa se ajeitou, ficou de pé por um segundo e se curvou para frente, empurrando a bunda ainda mais contra a fresta da janela. Meu pau latejou com tanta força que parecia que ia rasgar a pele. Na minha vida inteira, eu nunca tinha visto nada daquilo de perto, muito uma buceta de uma de uma mulher, escancarada bem na minha frente.

Mas a cena conseguiu ficar ainda mais insana. Ela deu a volta e começou a subir em cima do Carlos na cama. Por causa do corpo mais largo e da barriga do meu irmão, as pernas dela precisaram se abrir bem mais do que o normal para encaixar os joelhos dos lados dele.

Aquilo abriu o campo de visão inteiro para mim pela fresta do vidro. Com o peso e o jeito do Carlos, o corpo dela se arqueou todinho, abrindo a buceta e o cú dela de um jeito que parecia que ela estava fazendo aquilo de propósito só para eu ter o melhor ângulo possível. O contraste da pele escura dela iluminada pela luz fraca do abajur, o suor brilhando nas costas, os gemidos abafados ecoando no quarto... aquilo estava me deixando completamente fora de si.

Eu continuei ali no escuro, com a mão acelerada e a respiração queimando na garganta, rezando para o Carlos continuar cego e distraído enquanto a namorada dele me dava um show particular proibido.

Enquanto ela beijava o Carlos com vontade, uma das mãos dela desceu pelo corpo dele, tateando até encontrar o pau dele, quando achou guiou até a entrada dequela buceta maravilhosa. No instante exato que ela encaixou a cabeça ela sentou até o talo, deixando só as bolas dele de fora, a cena explodiu na minha frente com uma intensidade que eu nunca tinha sentido na vida.

A visão daquele encaixe, somada ao som do corpo e das estocadas fortes e aos gemidos abafados ecoando no quarto, quebrou o meu limite. O meu corpo inteiro travou, o fôlego sumiu de vez e eu não aguentei: jorei tudo ali mesmo, a mão firme, espalhando o líquido quente, com os olhos grudados na fresta da janela enquanto a Vanessa continuava ditando o ritmo lá dentro.

A adrenalina ainda zumbia na minha cabeça, e meu coração tava disparado no peito enquanto eu tentava puxar o ar de volta. Mas a parada não tinha acabado ali.

Lá dentro, o ritmo mudou de figura. Num piscar de olhos, a Vanessa virou o corpo de frente para a janela. Meu sangue gelou e ferveu ao mesmo tempo vendo aquele bucetão de frente, ela começou a sentar os peitos balançavam a cada sentada. Mesmo com o corpo mole, não consegui desviar o olhar daquela fresta no vidro. Ver ela ali, dominando a situação inteira sob a luz fraca do abajur, era um bagulho hipnótico.

O som dos suspiros abafados e o rangido da cama pareciam ecoar direto na minha mente. O cagaço de o Carlos virar o rosto e dar de cara comigo ali na janela era gigante, mas a tensão só fazia o clima ficar mais eletrizante.

De repente, a respiração do meu irmão pesou de vez, ele soltou um gemido apertou a cintura dela para baixo dando umas bombadas para cima, ela ficou sentada por alguns segundos, em seguida ela foi levantando o pau foi saindo com a porra escorrendo. 

A Vanessa respirou fundo, ajeitou o cabelo suado grudado na testa e levantou da cama. Antes de sair de perto da janela, ela deu aquela olhada rápida na minha direção, cruzando os olhos com os meus na escuridão. Aquele olhar dizia tudo: ela sabia exatamente o que tinha feito e o segredo que agora ligava a gente.

Eu dei um passo para trás na sombra, com as pernas bambas e a cabeça a mil, e voltei para meu quarto.

No dia seguinte, o clima na casa deu uma guinada. Fiquei sabendo que a Vanessa tinha começado a correr atrás de um emprego e que, a partir daquela semana, não ia mais passar as tardes inteiras trancada em casa. Aquela rotina de fogo ia mudar, o que deixava tudo com um gosto de urgência.

Naquela noite, a tensão da véspera ainda pairava na sala de estar. Sentamos todos no sofá para ver qualquer coisa na TV. O calor continuava abafando a casa inteira, mas o que pesava mesmo era o silêncio entre a gente. Não demorou muito para o Carlos começar a cochilar, a respiração pesando e os primeiros roncos baixos ecoando pelo cômodo escuro.

Automaticamente, o meu corpo entrou no piloto automático daquela adrenalina proibida. Discretamente, comecei a me mexer, com a mão já por dentro da calça, olhando fixamente para a lateral do sofá onde ela estava.

A Vanessa percebeu na mesma hora. Ela não falou um pio, mantendo a pose de namorada comportada assistindo à TV, mas os olhos dela brilharam de canto. Foi quando ela fez um gesto sutil: deu um tapinha leve no estofado do sofá, bem do lado dela, me chamando para chegar mais perto.

Meu coração deu um salto na garganta. O medo de o Carlos acordar de repente e ver a gente ali do lado era gigante, mas a atração era mais forte que qualquer prudência. Demorei alguns segundos para criar coragem, com as pernas trêmulas, mas acabei me arrastando pelo sofá até colar do lado dela já com o pau para fora começei a tocar aquela punheta gostosa, agora sentindo aquele bundão encostando na minha perna.

Ela continuou fingindo que assistia à televisão, olhando fixamente para a tela, enquanto o Carlos roncava baixinho a poucos metros. Eu estava completamente travado, com a respiração curta, o pulso acelerado.

Então, a coisa mais louca aconteceu. Sem desviar o olhar do meu irmão e fingindo a maior naturalidade do mundo, ela levou a mão para trás, passando na minha perna, eu travei a punheta na hora, ela achou minhas bolas e em seguida agarrou meu pau e começou a melhor punheta da minha vida. Era a primeira vez na vida que alguém me tocava daquele jeito, e a sensação de perigo misturada com o toque proibido quase me fez perder o controle ali mesmo, bem debaixo do nariz do meu próprio irmão.

A pressão daquele momento era tanta que eu não consegui segurar por muito tempo. O toque firme dela no escuro, misturado com o ronco abafado do Carlos na outra ponta, foi o limite para o meu corpo.

Em poucos segundos, eu perdi o controle e gozei na mão dela.

Mesmo sentindo que eu tinha chegado ao ápice, ela não recuou e nem tirou a mão na mesma hora. Os dedos dela continuaram ali, firmes, sentindo tudo enquanto o líquido quente escorria por entre os dedos dela. Só quando o meu pau começou a amolecer de vez é que ela soltou, limpando a palma da mão na minha perna com uma frieza e uma naturalidade que me deixaram completamente paralisado no sofá.

Minhas pernas pareciam de gelo. Antes que eu pudesse formular qualquer pensamento, ela deu um sinal discreto com a cabeça, indicando o corredor.

Entendi o recado na hora. Me levantei com as pernas bambas, pisando leve para não fazer nenhum barulho, e fui direto para o banheiro me limpar, com a cabeça a mil por hora e a certeza de que a linha tinha ficado fina demais.

A nova rotina de trabalho dela já tinha começado a apertar o cerco durante as tardes, mas, à noite, a dinâmica perigosa encontrava sempre um jeito de voltar. Naquela noite, o abafamento da casa parecia ainda mais pesado, e o sofá da sala virou o palco de novo.

Ela apareceu com o mesmo vestidinho curto que já tinha virado minha perdição dias antes. Sentada de lado, grudada no Carlos, a posição deixava parte da polpa daquela bunda imensa completamente exposta para o meu lado da sala. Meu sangue ferveu na mesma hora. Nem esperei o meu irmão apagar de vez; bastou o primeiro ronco mais forte ecoar para eu me arrastar pelo estofado e colar do lado dela.

Sem nem precisar olhar nos meus olhos, ela agiu com uma rapidez que me deixou zonzo. A mão dela encontrou o meu pau numa fração de segundo, dando umas quatro punhetadas firmes e rápidas — o suficiente para deixar meu pau latejando e implorando por mais —, mas parou abruptamente, mantendo o suspense no limite.

A mão livre deslizou com toda a calma pela lateral do vestido, erguendo o tecido leve para cima. O fio-dental branco apareceu emoldurando aquele rabo, cavado de um jeito que deixava o relevo inteiro da sua buceta marcado e expondo aquele pacote bem na minha cara, a centímetros de distância do meu irmão que roncava alheio a tudo, mergulhado no sono mais profundo do mundo.

Depois de me deixar no limite com aquelas punhetadas rápidas, ela retomou o movimento, ditando o ritmo bem devagar, enquanto alternava o olhar entre o Carlos, que dormia pesado, e eu. Os olhos dela brilhavam com um misto de diversão e perigo puro.

Fiquei completamente paralisado no começo, o corpo rígido, sem saber onde colocar as mãos sem estragar tudo. Ela sentiu a hesitação na mesma hora e tomou o controle sem pedir licença ela rebolou devagar e esfregou a virilha quente contra o meu pau, no ritmo que ela escolheu. Cada movimento era calculado, a calcinha úmida deslizando na cabeça, a pressão certa, o suficiente para me deixar duro a ponto de doer e pouco demais para me deixar gozar.

Quando o instinto falou mais alto e eu tentei aprofundar, puxando o quadril dela e metendo um pouco mais fundo, ela parou. Virou o rosto, o olhar fechado, sério, cortante. Não precisou falar. O recado foi direto: ali quem mandava no tempo, na profundidade e no quanto eu podia ter era ela. Qualquer empolgação a mais e o Carlos, roncando a poucos centímetros, podia acordar e pegar a gente no meio.

Engoli em seco, o coração batendo na garganta, e voltei a obedecer. Deixei ela ditar o compasso lento, sufocante, a boceta dela roçando no meu pau sem me deixar entrar de verdade, molhada, quente, controlando cada centímetro. Eu fiquei ali, duro, contido, sabendo que a qualquer segundo meu irmão podia se mexer e nos encontrar exatamente assim.

Ela continuou naquele ritmo cruel, rebolando só o suficiente para me manter no limite, a virilha quente esfregando a cabeça do meu pau por cima do tecido molhado. Eu já não aguentava. A pressão subiu de uma vez, a base latejando, as bolas contraídas, e o gozo veio sem aviso.

Gozei forte, preso debaixo dela, o pau pulsando em jatos grossos contra a calcinha dela. O primeiro saiu quente e denso, molhando o tecido e escorrendo pela cabeça; os seguintes vieram mais fracos, mas ainda intensos, um fio quente descendo até a virilha dela. O corpo travou, a respiração presa, um gemido abafado no fundo da garganta enquanto eu enchia tudo aquilo sem nem ter entrado de verdade.

Ela sentiu. Parou o movimento no meio do espasmo, ficou encostada ainda, o peso quieto, sentindo o pau ainda latejar e o esperma quente escorrer nela. Não falou nada. Só ficou ali, o olhar ainda sério, controlando até o fim, enquanto o Carlos roncava a poucos centímetros e eu tentava não tremer alto demais com o resto da gozada escorrendo devagar.

CONTINUA...

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