Troquei a Esposa com o Amigo - Parte 02
Eu e o Andrei estávamos bem de boa, com aquele visual padrão de homem que não quer inventar muito: camisa e calça jeans — a minha era aquela preta com bolso faca, bem alinhada — e o Andrei também com uma calça jeans normal. Homem se arruma em cinco minuto.
Quando encostamos o carro na frente da casa do Andrei e buzinamos, a Thais abriu a porta e veio caminhando em direção ao carro. O coração até errou a batida. Ela estava com uma saia de couro fake bem curtinha, que deixava as pernas grossas totalmente de fora e, claro, marcava aquela bunda espetacular que eu conheço de longa data. Por cima, um cropped vermelho de renda, com uma transparência sutil que deixava o biquinho dos seios quase marcados, e um salto alto que fazia ela andar rebolando.
Na mesma hora, geral deu aquela risada meio sem jeito. A Thaís e a Karine me olharam e mandaram eu não viajar, dizendo que eu estava louco, mas o clima de provocação já tinha sido plantado no ar.
O tempo foi passando, a Jurupinga foi fazendo efeito e a conversa foi ficando cada vez mais ousada. De repente, a Thaís começou a se queixar muito do calor que estava fazendo na sala. Ela levantou, foi até o quarto e, quando voltou... mano, o sangue de todo mundo ali subiu na hora.
Ela tinha tirado aquela roupa da festa e voltou usando uma bermudinha legging curtíssima e extremamente apertada. O tecido era tão colado que dava para ver o desenho perfeito da buceta dela marcado por cima da roupa. Para completar, ela estava com uma blusa branca quase transparente que deixava o sutiã dela totalmente à mostra e destacava os seios. Ela voltou, sentou de novo no colchão e agiu como se nada tivesse acontecido, mas estava nítido que o convite para a safadeza estava feito.
O cenário na sala ficou uma completa loucura de tesão reprimido. A Karine estava acomodada no colchão que a gente tinha puxado pro chão, bem na frente do sofá. Como ela ainda estava com aquele vestido curto e colado da festa, ela sentou meio de lado, escorando as costas no sofá justamente para o vestido não subir mais e não deixar a periquita à mostra ali no meio de todo mundo.
O Andrei não aguentou a pressão de ver a Thaís daquele jeito e a Karine segurando o vestido. Ele bateu a mão no joelho, olhou para a galera e comprou a minha ideia na hora:
— Quer saber? A ideia do Vitor é boa demais, eu não aguento mais esse calorão. Vamos fazer o seguinte: a gente joga até tirar as partes de cima e ficar só de roupa íntima, aí a gente para o jogo. O que acham?
Na hora, as meninas se entreolharam, deram um sorriso malicioso e todo mundo topou na boa. Afinal, a gente já tinha intimidade de sobra, já tínhamos nos visto de biquíni e sunga em praia e piscina várias vezes, então aquela desculpa do calor e do jogo foi o empurrão perfeito que faltava para a safadeza rolar com o consentimento de todos.
Geral começou a rir alto com a audácia dele, mas como o combinado era combinado, entramos no clima. Tinha uma música rolando ao fundo, e eu comecei o showzinho: tirei a minha camisa meio no ritmo da música, fazendo graça para a galera. Na sequência, a Thaís foi na onda: levantou e tirou aquela blusa quase transparente com uma dancinha charmosa, não tão atrevida, mas o suficiente para deixar ela ali na nossa frente só com o sutiã, com os seios pequenos amostra.
Ela deu risada, entrou na brincadeira e fez exatamente isso: puxou o vestido colado para cima, revelando aquela calcinha que deixava a bunda dela desenhada no colchão. Mesmo assim, com vergonha ou puro charme, ela continuou sentada com as pernas de lado, para não deixar a buceta totalmente escancarada na nossa frente.
A disposição ali no colchão estava perfeita pro crime: a Thaís manteve a posição dela com as pernas cruzadas de sutiã e legging curta, eu estava posicionado bem de frente para a Thaís, e o Andrei de frente para a Karine. O tesão na sala estava tão alto que dava para ouvir a respiração de todo mundo mudando de ritmo.
Naquela próxima rodada, o álcool da Jurupinga já estava pesando bonito na mente de todo mundo. A conversa flutuava leve, as meninas já gaguejavam um pouco ao falar, e qualquer palavra solta errada ou tropeço na fala virava motivo de gargalhada geral. O clima estava super descontraído, mas o tesão continuava correndo por baixo daquela leveza.
O Andrei foi o primeiro, arrancou a camisa sem cerimônia e jogou pro lado. Mas o espetáculo mesmo ficou por conta das meninas que, já bem mais soltinhas por causa da bebida, decidiram caprichar na sensualização.
A Thaís levantou primeiro para tirar a bermudinha legging. Mano, foi uma visão incrível. Ela foi descendo o tecido bem devagar, rebolando no ritmo da música. Conforme ela foi soltando a bermuda daquela bunda enorme, o tecido estava tão colado na frente que a última parte a sair foi exatamente a do meio das pernas — parecia mesmo que a buceta dela tinha engolido a legging de tão apertada que estava. Quando ela terminou, deu aquela ajeitadinha na calcinha, que era bem cavada, e sentou novamente no colchão com as pernas cruzadas, mantendo o mistério.
Logo em seguida veio a Karine. Ela ficou de pé no colchão, deu uma rebolada provocante olhando direto para o Andrei e para mim, e tirou o vestido por cima de uma vez só, jogando a peça no chão. Ela estava maravilhosa, usando apenas um conjunto de calcinha e sutiã que valorizava demais o corpo dela. Depois do showzinho, ela sentou na mesma posição de antes, de lado, escorando no sofá.
Mesmo todo mundo estando praticamente nu ali na sala — só de peças íntimas —, elas ainda mantinham um certo cuidado nas posições para não escancarar tudo de uma vez. Era aquele jogo de esconde-esconde.
Na rodada seguinte, a Karine foi a grande vencedora. Conforme o que tínhamos combinado lá no início, as meninas já estavam no limite de roupas que aceitaram tirar, então sobrou para nós dois: eu e o Jarlei tiramos as calças e ficamos apenas de cueca boxer. Naquele momento, estávamos bem tranquilos; o tesão estava pesado no ar, mas, pelo menos o meu pau, ainda estava mole por causa da distração do jogo e da quantidade de Jurupinga.
Cumprida a meta, continuamos jogando e conversando, sabendo que, teoricamente, ninguém mais tiraria nada. Foi aí que o cansaço e a bebida mudaram o rumo do brique. A Karine começou a se queixar de dor nas pernas por ficar tanto tempo naquela posição desconfortável de lado. A Thaís concordou na hora, dizendo que as pernas dela também estavam moídas de ficar com as pernas cruzadas.
O álcool na mente permitiu que aquela liberdade passasse batida, sem ciúmes, apenas na base da pura provocação. Só que o que veio a seguir foi um golpe forte demais para a nossa resistência.
A Karine relaxou o corpo, encostou as costas direto no sofá e, sem a menor cerimônia, abriu bem as pernas na direção do Andrei. Eu já conhecia aquela buceta de cor e salteado, mas ver aquele pacote incrível, bem marcado e volumoso por baixo da calcinha preta, parecendo que ia estourar o tecido, fez o meu pau dar aquela primeira fisgada violenta dentro da cueca. O Andrei olhou fixamente para as pernas abertas dela, deu um risinho nervoso e, no automático, levou a mão por cima da cueca para dar aquela segurada no pau que ameaçava acordar.
Para enterrar de vez a nossa sanidade, a Thaís levantou, puxou uma poltrona mais para perto para dar apoio, voltou para o colchão bem na minha frente e sentou exatamente do mesmo jeito que a Karine: abriu as pernas sem dó. A calcinha dela era branca, de tecido liso, e o volume do "capô de fusca" dela ali espremido era uma parada inacreditável.
A Karine, segurando a onda para o negócio não virar uma bagunça generalizada ali na sala, deu um sorriso cúmplice e mandou a real:
— Tudo bem, podem olhar... Mas sem sacanagem, hein? Vamos continuar o jogo!
CONTINUA...

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