Família da Minha Namorada - Parte 06

 


No dia seguinte, o Gabriel comeu, sentou no sofá e abriu a televisão. A Sandra passou por ele com a bolsa no ombro.

— Vou na Júlia passear. A Karine e o Vitor vão comigo. Não demora.

Ele nem tirou o olho da tela.

A gente atravessou a rua sem pressa. A luz da varanda da Júlia já estava acesa. Ela abriu antes da gente bater, olhou para a Karine, depois para mim, e deu passagem.

Assim que a porta fechou, meu pau endureceu na hora. A Júlia estava de bermudinha curtinha, o tecido fino marcando a buceta, e só de sutiã em cima.

A Karine olhou de cima a baixo e soltou, rindo:

— A putinha já tá pronta.

A Júlia sorriu, sem se cobrir.

— Vem. Quero mostrar o quarto.

O quarto era pequeno. Cama arrumada, uma cadeira ao lado, abajur baixo. Tinha música já ligada, baixinha, e uma garrafa com copos na cômoda. A Sandra sentou na cadeira sem pedir licença, as pernas cruzadas, o olhar preso na Júlia.

— Bebida — a Júlia ofereceu, enchendo os copos. — Acho que todo mundo precisa.

A gente bebeu. Mais do que o normal. O nervoso estava em cima da mesa: a Karine girando o copo, a Sandra quieta demais, eu sem saber onde pôr a mão. A Júlia bebeu de uma vez e não esperou a segunda rodada acabar.

Tirou a bermudinha devagar, ficou só de sutiã e calcinha, e começou a dançar no meio do quarto. O quadril ia e voltava no ritmo, a buceta à mostra, os olhos em mim.

A Karine não ficou para trás. Levantou, foi para o lado dela, tirou a roupa até sobrar o sutiã e entrou na dança. As duas rebolavam juntas, rindo baixo, se esbarrando de propósito.

Eu sentei na beira da cama. O pau duro, marcando a bermuda, sem eu tentar esconder. A Sandra, na cadeira, não tirava os olhos das duas.

A Karine estendeu a mão para a cadeira.

— Vem, mãe. Não fica aí só olhando.

A Sandra hesitou um segundo. Bebeu o resto do copo, levantou e tirou a roupa sem pressa: blusa, short, sutiã. Os peitos fartos balançaram quando ela entrou no meio das duas. A Júlia abriu espaço, rindo, e a Karine puxou a mãe pela cintura. As três dançavam juntas, a Sandra ainda dura no começo, depois acompanhando o quadril da filha e o da Júlia.

Eu fiz o mesmo que elas. Levantei só o bastante para tirar a camiseta e a bermuda, e sentei de novo na beira da cama. Nu. O pau duro na mão, latejando, e na outra o copo, bebendo enquanto via as três rebolarem na minha frente. Tocava uma punheta de leve.

A gente bebia demais. A música seguia baixa, os copos iam e voltavam, e o nervoso foi virando tesão.

A Júlia tirou o sutiã e ficou pelada de vez. Os peitos pequenos, o corpo magro, a buceta à mostra enquanto ela continuava rebolando na frente da cama. A Karine fez o mesmo. Soltou o sutiã, ficou nua do lado dela, rindo, o copo ainda na mão.

A Sandra não ficou no meio. Voltou para a cadeira, tirou o que ainda restava e sentou de pernas abertas. A mão desceu devagar, abrindo os lábios, acariciando aquela buceta que há muito tempo não recebia um pau. Os peitos fartos subiam com a respiração. Ela olhava para mim, para o meu cacete na mão, e não parava de se tocar.

A Júlia pegou a mão da Karine e puxou. As duas se ajoelharam na minha frente, entre as minhas pernas, o chão do quarto rangendo baixinho. Eu larguei o copo na cômoda e fiquei só com o pau na mão, duro, a cabeça já brilhando.

A Karine chegou primeiro. Segurou a base, lambeu da raiz até a ponta, devagar, e abocanhou. A boca quente desceu até onde dava, a língua trabalhando por baixo, um fio de saliva escorrendo no meu cacete. A Júlia não esperou a vez. Encostou o rosto no dela, lambeu o que ficava de fora e desceu para as bolas, chupando uma, depois a outra, a respiração quente na minha pele.

Elas trocavam sem combinar. A Karine soltava com um estalo molhado e a Júlia engolia a cabeça, os lábios finos apertando, a mão da Karine batendo na base enquanto a amiga chupava. Aí a Júlia subia e as duas ficavam na ponta ao mesmo tempo, línguas se encontrando em cima do meu pau, saliva misturada, olhando para mim.

A Karine desceu de novo, fundo, até engasgar um pouco e rir com a boca cheia. A Júlia segurou meu cacete junto com ela e lambeu a lateral, devagar, da bola até onde a boca da Karine estava. O barulho era obsceno: sucção, saliva, as duas respirando pelo nariz.

Da cadeira, a Sandra não tirava a mão da buceta. Os dedos iam e vinham, molhados, os peitos balançando, o olhar cravado nas duas bocas no meu pau.

A Karine tirou a boca, a voz rouca.

— Chupa comigo, Júlia. Até o fim.

A Júlia obedeceu. As duas se alternavam, uma na cabeça, a outra na base, depois as duas juntas de novo, línguas enroladas na glande, me olhando de baixo enquanto eu segurava o cabelo das duas e deixava elas mandarem no ritmo.

Elas não pararam. A Karine descia fundo, engasgava de leve e subia lambendo a cabeça. A Júlia tomava o lugar na hora, a boca mais apertada, a mão batendo na base molhada de saliva. Troca, troca de novo. As duas línguas se encontravam na ponta, depois uma engolia enquanto a outra chupava as bolas.

A Júlia tirou a boca só o bastante para olhar para cima. O queixo brilhando, a voz rouca.

— Quer gozar no boquete da gente?

Eu fiz que sim com a cabeça. Não saiu palavra.

Ela sorriu e voltou. A Karine segurou meu pau junto com ela. As duas ficaram na cabeça ao mesmo tempo, línguas enroladas, bocas se revezando sem deixar a cabeça descoberta. A Karine chupava e a Júlia lambia por baixo. A Júlia engolia até o meio e a Karine batia a mão no resto, rápido, molhado, o barulho estalando no quarto.

Eu segurei o cabelo das duas. O saco subiu. Avisar não deu tempo.

— Vou gozar.

A Karine abocanhou a ponta. A primeira jorrada bateu na língua dela, quente, grossa. Ela segurou na boca, engoliu uma parte e deixou o resto escorrer no canto dos lábios. A Júlia puxou o pau para si no meio da gozada. O segundo jato acertou a língua dela, o terceiro espalhou no queixo e no peito da Karine. Elas não soltaram. A Karine lambeu o que escorria da amiga. A Júlia chupou a cabeça de novo, devagar, tirando o resto, até eu estremecer e afrouxar a mão no cabelo delas.

As duas ficaram ajoelhadas, bocas molhadas, gozo no lábio e no queixo, me olhando de baixo. Da cadeira, a Sandra soltou um gemido baixo, os dedos ainda dentro da buceta, sem tirar os olhos da cena.

A Karine limpou o canto da boca com o dorso da mão e olhou para a Júlia, ainda ajoelhada.

— Vitor, fode essa cadelinha.

Meu pau nem amoleceu. A tensão do quarto, as duas bocas, a Sandra na cadeira se tocando, tudo manteve ele duro, latejando, melado de saliva e gozo.

A Júlia se levantou sem discutir. Subiu na cama de quatro, empinou a bunda magra e olhou para trás. A buceta estava molhada, inchada, brilhando entre as coxas finas. A Karine subiu atrás de mim e segurou meu pau pela base, guiando.

— Mete nela. Ela pediu isso a semana inteira. Depois me fala como é comer uma putinha magrinha assim.

A Júlia empinou mais. Eu encostei o pau em cima da bunda pequena, sem entrar, só o peso da cabeça quente na pele. Ela rebolou devagar, esfregando a fenda molhada na minha glande, subindo e descendo, sem enfiar. O tesão estava tão alto que o quarto sumiu. A música, o copo, a cadeira. Por um segundo a gente esqueceu a Sandra.

Ela não deixou. Da cadeira veio um gemido baixo, arrastado, e o barulho molhado dos dedos. A presença dela voltou inteira, sem uma palavra.

Eu abri aquela bunda pequena com as duas mãos, os polegares afastando as nádegas, a buceta da Júlia exposta, brilhando, apertada. A cabeça do pau encostou na entrada. A Karine olhou de perto e segurou a coxa da amiga.

Encaixei a cabeça na entrada da Júlia. Ela estava apertada. Empurrei devagar, sentindo a buceta ceder, quente, engolindo centímetro por centímetro até o fundo. A Júlia cravou a mão no lençol e soltou um gemido curto, a testa encostada no colchão.

— Assim… coloca tudo.

Comecei a meter. No começo lento, para abrir espaço. Depois mais fundo, o quadril batendo na bunda dela, o barulho de pele estalando no quarto pequeno. A Karine ficou ao lado, a mão na minha cintura, olhando o pau entrar e sair da amiga.

— Olha como ela é apertada, Vitor. Essa putinha tá pingando.

A Júlia rebolou para trás, buscando a estocada. Os peitos pequenos balançavam. Eu segurei a cintura fina dela com as duas mãos e aumentei o ritmo, metendo até o talo, saindo quase todo e voltando de uma vez. Cada investida arrancava um gemido mais alto.

Virei ela de costas. Abri as pernas, encaixei de novo e meti de frente. A Júlia puxou meu pescoço, a boca aberta, os olhos em mim.

— Fode… fode gostoso. Eu queria isso.

A Karine se inclinou e chupou o peito da amiga enquanto eu metia. A Sandra, na cadeira, tinha as pernas abertas, dois dedos na buceta, a respiração alta, os peitos fartos subindo. Não falava. Só olhava o pau entrando na Júlia.

A Júlia não esperou. Virou de frente, apoiou os joelhos na cama e sentou em mim. Magrinha, leve. Eu segurei a cintura fina e ela desceu de uma vez, a buceta apertada engolindo o pau até o fundo. O peso dela quase não existia. Dava para erguer o quadril e meter de baixo sem esforço, o corpo inteiro subindo e descendo na minha mão.

Ela apoiou as palmas no meu peito e começou a cavalgar. Devagar no começo, rebolando, a buceta escorregando molhada no meu cacete. Os peitos pequenos balançavam perto da minha boca. Eu chupei um, depois o outro, e subi o ritmo com as mãos na bunda pequena, puxando ela para baixo a cada estocada.

— Leve demais — falei no ouvido dela. — Vou te comer em pé.

Saí de dentro só o bastante para levantar. Peguei a Júlia pela cintura, ela cruzou as pernas em mim, e eu enfiei de novo ainda de pé, no meio do quarto. O pau entrou fundo, o corpo dela quase não pesava. Segurei a bunda com as duas mãos, abri as nádegas e comecei a meter para cima, estocada curta e pesada, ela gemia alto abafado.

A Júlia cravou as unhas no meu ombro. Cada investida tirava um gemido colado no meu pescoço.

— Assim… me come assim… eu não encosto no chão.

A Karine ficou na beira da cama, olhando o pau sumir na amiga. A Sandra gemeu da cadeira, os dedos rápidos, os olhos na cena.

Eu apertei a Júlia contra a parede ao lado da cama. Uma mão na coxa, a outra na bunda, e meti fundo, sem pressa de soltar. Ela era leve o bastante para eu ditar tudo: subir, descer, abrir mais a perna e estocar até o talo, a buceta apertando, molhada, pingando na minha pele. Ela mordeu meu ombro e rebolou no ar, pedindo mais, o corpo inteiro tremendo em cima do meu pau.

Eu apoiei o joelho na cama e estooquei mais forte. A Júlia cruzou as pernas na minha cintura, a buceta apertando, molhada demais, o barulho obsceno a cada fundo. Ela mordeu o lábio, depois soltou.

— Não para. Quero gozar com você dentro.

Apertei a coxa dela, meti fundo e fiquei no ritmo que ela pedia, curto e pesado, até a cama bater na parede. A Karine sussurrou no meu ouvido, a mão descendo para o meio das pernas da amiga, esfregando o grelo enquanto eu comia.

— Goza nela, Vitor. Ela aguentou o boquete. Agora aguenta o pau.

Eu sentei na beira da cama, o pau ainda duro, melado. A Júlia, pequena, leve, subiu em mim de frente e segurou meu rosto.

— Quero que foda meu cuzinho.

A Karine arregalou os olhos. Eu também. Da cadeira, a Sandra parou a mão por um segundo. A Karine nunca tinha feito sexo anal. Ninguém falou nada.

A Júlia cuspiu na própria mão, passou no meu pau e depois no cu, devagar, abrindo com dois dedos. Subiu de joelhos, alinhou a cabeça na entrada apertada e desceu um pouco. O anel cedeu com resistência. Ela mordeu o lábio, parou, respirou, e desceu mais.

— Devagar… assim.

Entrou até a metade. O aperto era outro, quente, fechado, diferente da buceta. Eu segurei a cintura fina para não meter de uma vez. Ela desceu o resto sozinha, sentando até o talo, a bunda pequena encostada na minha virilha. Ficou parada, tremendo, o cu pulsando em volta do pau.

— Agora pode.

Comecei a mexer de baixo, curto, fundo. Cada estocada abria ela de novo. A Júlia gemia baixo, a testa na minha, as unhas no ombro. A Karine olhava sem piscar, a mão na própria coxa, sem chegar perto. A Sandra voltou a se tocar, o gemido mais contido, os olhos no ponto onde o pau sumia na bunda da Júlia.

A Júlia rebolou. Leve demais. Eu segurei as nádegas, abri e meti para cima, no ritmo que ela pedia.

— Mais… fode meu cu. Não tira.

O barulho era baixo e molhado. Ela subia quase até a cabeça sair e descia de novo, engolindo, o corpo magro tremendo em cima de mim. A buceta, vazia, pingava na minha barriga. Eu aumentei um pouco, estocada pesada, e ela soltou um gemido alto, o cu apertando como se fosse gozar só daquilo.

A Karine sussurrou, quase sem voz:

— Ela tá aguentando inteiro.

Ninguém mais falou. A Júlia continuou sentada no meu pau, rebolando, pedindo fundo, o cuzinho apertado levando cada estocada até o talo.

O aperto não deixou eu durar. O cu da Júlia fechava em volta do pau a cada descida, quente, pulsando, puxando a cabeça quando ela subia. Eu tentei segurar. Não segurou.

— Júlia… não vou aguentar. Tá apertado demais.

Ela não saiu. Sentou até o fundo e rebolou curto, os olhos em mim.

— Goza. Goza tudo no meu cu.

Agarrei a bunda pequena, abri as nádegas e meti as últimas estocadas para cima, fundo, sem ritmo. O saco subiu. A primeira jorrada saiu dentro, quente, grossa, e o cu dela apertou ainda mais em volta. Eu gemi alto, enterrei até o talo e continuei gozando, jato atrás de jato, enchendo ela enquanto ela tremia em cima de mim.

A Júlia soltou um gemido arrastado, o corpo leve sacudindo, e ficou sentada, recebendo tudo. Quando eu afrouxei, um fio branco escorreu da entrada, desceu pela bunda e molhou minha coxa. Ela não levantou na hora. Contraiu de novo, espremendo o resto, e olhou para a Karine com a boca entreaberta.

— To com meu cú todo cheio de porra.

A Karine não respondeu. A Sandra, na cadeira, gemeu baixo, os dedos rápidos, os olhos no gozo escorrendo do cu da Júlia.

A Júlia saiu de cima devagar, o gozo escorrendo da bunda, e deitou do meu lado. A Karine deitou do outro. Meu pau, quase todo amolecido, descansava na barriga, ainda molhado.

A Karine ficou um tempo olhando o teto.

— Nunca pensei em dar o cu. Achava que não era bom. Que doía e acabava ali.

A Júlia riu baixo, a voz ainda rouca.

— É um caminho sem volta. Principalmente penetração dupla. É uma loucura. Depois você não quer parar mais.

Ninguém respondeu. Ela virou o rosto para a cadeira, onde a Sandra ainda estava nua, a mão parada na coxa.

— E você, Sandra… eu não acredito que faz anos que não fode. — Olhou para a Karine. — E você, Karine, não deixou o Vitor foder ela ainda.

O quarto ficou mudo. Eu, a Karine e a Sandra nos olhamos, espantados. A frase era grande demais para a hora. Aí a bebida fez o resto. A Karine soltou uma risada curta, a Sandra cobriu a boca, e eu ri junto, sem saber o que dizer. O efeito do copo ainda estava em cima da gente, segurando o que a frase tinha acabado de abrir.

A bebida tinha anestesiado todo mundo. O quarto girava baixo, a música quase sumida. A Júlia não riu dessa vez. Falou sério, olhando para a Karine.

— Karine. Eu iria adorar ver o Vitor fodendo ela. Deixa. Só para a gente curtir. Ninguém sai daqui falando.

A Karine ficou quieta. Passou a mão no rosto, olhou para mim, depois para a mãe. A voz saiu indecisa.

— Eu não sei. É a minha mãe. Uma coisa é ela olhar. Outra é… — respirou. — Se eu disser não, acaba. Se eu disser sim, não volta.

Ninguém apressou. Ela mordeu o lábio e virou para a cadeira.

— Mãe. Você quer?

A Sandra quase não conseguiu falar. A boca abriu, fechou. Quando saiu, foi baixo, pedindo desculpa.

— Filha… desculpa. Eu não aguento mais só olhar, mas hoje não estou preparada estamos muito bebados.

Meu pau e meu coração pareciam uma coisa só. Endureceu de novo, de uma vez, latejando em cima da barriga.

A Júlia estendeu a mão.

— Chega aqui Sandra, pelo menos chegar perto.

A Sandra levantou da cadeira e veio. Subiu na cama, por cima de mim, os peitos fartos pesando, a respiração curta. A Júlia segurou a nuca dela, puxou e começou a beijar. Beijo fundo, língua, a Sandra correspondendo depois do primeiro susto, o corpo tremendo em cima do meu.

A gente se vestiu no escuro, sem falar muito. A Júlia ficou na porta, ainda nua da cintura para baixo, e só disse para a gente ir antes que o Gabriel desconfiasse. Atravessamos a rua rápido. A Sandra na frente, a Karine no meio, eu atrás, os três ainda bebados.

A luz da sala estava acesa. A televisão também, no mudo. Ninguém acreditou no que viu.

O Gabriel estava deitado no sofá, a bermuda arriada, o pau para fora, a mão subindo e descendo. Quando a porta abriu, ele travou. A Sandra levou a mão à boca. A Karine deu um passo para trás. Ele levantou rápido, puxou a bermuda de qualquer jeito e correu para o quarto. A porta bateu.

O que apavorou não foi só o flagra. Foi o tamanho. Enorme. Maior que o meu, grosso, daqueles que a gente não esquece num relance. Acredito que dava uns vinte e dois centímetros. Ficou no ar, mesmo depois dele sumir.

A Sandra olhou para a filha. A Karine olhou para mim. Ninguém comentou. Revezamos o banho em silêncio, a bebida ainda pesando, e fomos dormir. O quarto do Gabriel ficou fechado a noite inteira.

CONTINUA...




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